quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Impressione sua (seu) pretendente!

Garçom servindo champanhe no bar do Hotel Emiliano


Endereços para
impressionar sua (seu)
pretendente
 
Confira uma lista de sete estabelecimentos de
tirar o fôlego, na medida para ir a dois!
 
Baretto: em que outro bar da cidade se pode ser atendido por garçons alinhados em impecáveis smokings? Assim é o elegantíssimo e discreto Baretto, aninhado no térreo do Hotel Fasano. Tudo lá dentro parece idealizado para que o cliente tenha uma noite cinco-estrelas. Entre os detalhes que compõem sua atmosfera estão paredes forradas de veludo cotelê, piso de peroba rústica e sofás franceses de couro verde. A iluminação calculadamente rarefeita confere ares românticos ao ambiente, com apenas 64 lugares. Diariamente, dois conjuntos embalam a noite: o trio de Moacir Zwarg (das 9 da noite à 1 da madrugada) e o quarteto do também excelente pianista Mário Edison (até as 3). Eles acompanham a voz das cantoras Lorena Lobato, Anna Setton, Grazielle Carvalho e Giana Viscardi em standards do jazz, da MPB e da canção americana. Titular do balcão, o barman Walter “Bolinha” executa com primor o nova-iorquino cosmopolitan e o clássico dry martini.


Brasserie des Arts: recém-inaugurado na Rua Padre João Manuel, no quarteirão junto à Estados Unidos, o Brasserie des Arts é filial de uma agitada casade Saint-Tropez, na Riviera Francesa. O time de sete sócios inclui os empresários Rico Mansur e Luigi Cardoso Alves, do concorrido restaurante Brown Sugar, a uma quadra dali. Estiloso e todo à meia-luz, o endereço tem perfil versátil. Pode-se tanto jantar ao som de house e deep house como curtir o clima de bar da varanda e do lounge (nos fundos), com sofás de veludo e pufes. As novidades etílicas são animadoras, em especial para os fãs de coquetéis: o competente Marcelo Serrano assina e executa a carta de quarenta receitas, dezoito delas autorais. Sabiamente, o barman levou para lá alguns sucessos da época do MyNY Bar, estabelecimento do qual se desligou em abril (2012). É o caso do delicado lafayette,servido numa xícara de chá e composto de gim Hendrick’s, xarope de chá de camomila, licor de ervas e água de flor de laranjeira. A cozinha, comandada pelo chef francês Xavier Torrentes, elabora boas sugestões, entre elas o ceviche de peixe branco e camarão, o minicachorro-quentecom brie e o risoto trufado ao queijo mascarpone.


Dry Bar & Club: depois de seis meses fechado, o pequenino e estiloso endereço reabriu no fim de 2011 com clima de lounge e som de DJ (rock, indie e electro). Agora, não há mais mesas nem cadeiras, e sim sofás e pufes. Ganhou até uma pista de dança, sem dia certo para funcionar. A execução dos drinques segue a cargo do experiente Rocha, que comandou o balcão do saudoso Supremo. Ele manda bem no clássico dry martini, que pode ser provado também numa versão baby, em taça de 50 mililitros. Outra pedida, o refrescante spritz é preparado com aperitivo italiano Aperol, espumante e água tônica num copo alto com gelo.


Emiliano: de atmosfera serena, situa-se entre o lobby e o restaurante do elegante hotel da Rua Oscar Freire. A iluminação calculadamente baixa e as velas nas mesas deixam o clima propício para a sedução. Contribuem ainda para os namoricos as acomodações em confortáveis sofás de veludo cotelê, poltronas e estilosas cadeiras feitas com cordas douradas pelos designers irmãos Campana. Embora com preços acima da média, os drinques se destacam na completa carta de bebidas. De paladar suave, com pouca presença de álcool, o amazon martini combina gim inglês, polpa de açaí e refrigerante de guaraná.


Número: criado por uma turma de bacanas que inclui os empresários Marcos Campos e Marcos Maria e a promoter Fernanda Barbosa, firmou-se como um QG exclusivista da high society paulistana. Para garantir a entrada, é necessário fazer reserva e pagar altos valores de consumação mínima. Assinada pelo arquiteto Isay Weinfeld, a ambientação esbanja elegância. Combina espelhos, paredes de veludo cotelê e sofás de couro marrom, alinhados num salão de 61 metros de extensão e com vista para um jardim de inverno. Destaca-se também a animada trilha tocada via MP3, na qual pode aparecer Rolling Stones, Lana Del Rey, Talking Heads, David Guetta e até Seu Jorge. O forte do cardápio são os coquetéis, elaborados com maestria pelo mestre Derivan Ferreira de Souza. Apesar do nome, o hendrick’s violet martini é servido no copo bola (baixo), com uma esfera maciça de gelo dentro. Sua composição traz gim inglês Hendrick’s, xarope de violeta, açúcar de baunilha e espumante brut. Ainda melhor, com paladar cheio de nuances, o remy horse’s neck combina conhaque Rémy Martin, angostura, xarope de gengibre, club soda, cereja e uma aspiral de casca de limão-siciliano. No piso inferior, há uma pistinha de dança que funciona às sextas-feiras.


SubAstor: sem ligação com a rua, é um autêntico speakeasy — como eram chamados os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Para descobrir o ambiente de atmosfera cool, animado por faixas de rock, soul e jazz, é preciso atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. Acomode-se no balcão de doze lugares ou nas poltronas de couro e delicie-se com a carta de coquetéis, uma das melhores da cidade. Renovada em agosto de 2012, ganhou 23 novas receitas. Num dos destaques, o beet by bit vem numa taça de vinho enrolada em papel-manteiga. Refrescante, combina o aperitivo italiano Aperol com um inusitado xarope natural de beterraba mais sucos de limão-siciliano e grapefruit e espumante. Quem aprecia bebidas com um toque apimentado não pode perder o sub bramble. Preparado numa taça retrô, leva gim inglês, xarope de gengibre, licor francês de amora e suco de limão-siciliano. O que confere a ardência são gotas de bitter da forte pimenta habanero. Mais sossegada no início da semana, quando predominam os casais, a casa costuma pegar fogo de quinta a sábado, dias em que suas misturas etílicas turbinam a paquera.


The View: ímã de casais em busca de romantismo, ocupa a cobertura do flat Transamérica International Plaza — a um quarteirão da Avenida Paulista. Um elevador privativo conduz até o sóbrio salão de paredes envidraçadas, de onde é possível admirar uma bela vista panorâmica da cidade. Para fazer tim-tim, há drinques clássicos, como o kir royal (espumante e licor de cassis), e seis sugestões de vinho em taça (o chileno Santa Alvara Cabernet Sauvignon 2010). Quem vai jantar encontra bons pratos, a exemplo do lombo de cordeiro ao molho de alecrim acompanhado de purê de mandioquinha. Diariamente, músicos ao piano e ao violão embalam os namoricos com MPB, bossa nova e standards da canção americana.







domingo, 4 de novembro de 2012

 

Divulgação/IG
Divulgação/IG


Andar de Bike além de ser um super exercício voltou a ser moda!
Mas antes de sair pedalando por aí é fundamental saber qual o modelo mais adequado as suas necessidades e expectativas.
Nem sempre a mais bonita é a que melhor se adapta ao seu tipo fisico!
Por isso não se impolgem e fiquem atentos(as) ás dicas!!!

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QUAL A BIKE CERTA PARA VOCÊ!

sábado, 27 de outubro de 2012

 

DICAS PARA MISTURAR ESTAMPAS!!!
 
Quando vejo revistas de decoração com ambientes com papel de parede, tapete, almofadas... tudo estampado e lindo ao mesmo tempo a minha reação é sempre essa (cara de choro misturada com ódio mortal): mas por que aqui em casa não dá certo? Pois bem. A resposta é fácil: porque alguma coisa estou fazendo errado (hehehe).


Mas nada de desespero. O lado bom é saber que, se está errado, é que tem um outro jeito que tá certo, ou ao menos um jeito que funciona. E adivinha? O Apartment Therapy fez uma listinha de dicas pra quem tá afim de se aventurar por essas misturas. Separamos aqui algumas delas:


1. Em nome da estampa grande, da estampa média e da estampa pequena, amém.Respeitar essa santíssima trindade já é meio caminho andado pro resultado final ficar harmônico. A estampa maior é aquela por onde normalmente se começa, a que chama mais atenção. A estampa média precisa ter alguma cor semelhante à da estampa grande (pode ser a cor de fundo, como o branco por exemplo). Para a estampa pequena, basta ter cores em comum com a primeira ou com a segunda (pode ser com as duas também, sem crise).


2. Mantenha as cores na mesma intensidade
Por intensidade se entende o quão “brilhosa” ou vívida é uma cor. Por exemplo: misturar cores muito abertas ou saturadas com cores fechadas é pedir pra coisa não funcionar.


3. Lembre também das cores sólidasO nosso olho precisa de um lugar pra descansar. É melhor distribuir as estampas pelo cômodo e fazer a transição entre elas com cores sólidas ou texturas.

4. Branco, off-white, gelo... Se existem 50 tons de cinza (não resisti!) pode-se dizer que o mesmo acontece com o branco. E colocar essa cor em tons diferentes no mesmo ambiente pode estragar tudo. Manter o mesmo branco da sua estampa principal nas demais peças é cereja no bolo se os passos anteriores foram respeitados.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

7 dicas de como se comportar com o seu pet em locais públicos!

Bares, restaurantes e shoppings aceitam a presença dos bichinhos, mas as regras de boa convivência devem ser seguidas à risca
 
A maioria dos estabelecimentos da capital já aceita a presença de cães e gatos em suas depedências - no caso dos shoppings, em especial, eles podem acompanhar os donos desde que não cheguem perto dos elevadores ou da praça de alimentação -, mas é imprescindível que tanto os bichinhos como os seus donos saibam se comportar em público.
Veja a seguir sete regras de boa convivência para passear com o seu bichinho sem perder a classe:


1. Tenha sempre o seu cão na coleira e em uma distância segura o suficiente para prendê-lo caso outro cachorro, ou mesmo uma criança distraída, cruze o seu caminho

2. Cachorros de grande porte e de raças consideradas violentas devem usar focinheira. Ainda que o seu rotweiller seja um doce em casa, as pessoas podem se sentir ameaçadas perto dele

3. Você pode tratar seu pet como se fosse da família, mas não deve obrigar ninguém a pensar como você. Portanto, não coloque animais sobre mesas ou poltronas sem que seja permitido
4. Respeite os limites da área estabelecida para clientes com pets. Se o restaurante, por exemplo, diz que os cachorros não são bem-vindos no salão principal, não insista

5. Dentro dos shoppings, os bichinhos estão liberados para circularem pelos corredores, mas dentro das lojas cabe a cada uma delas decidir se aceita ou não a presença dos pets. Seja educado e pergunte sempre quais são as regras antes de deixar o seu bichinho entrar

6. Tenha sempre em mãos um saquinho caso seu animal faça alguma sujeira (o ideal é que ele saiba se comportar). Limpar a sujeira que seu animal fez não é obrigação das faxineiras de nenhum estabelecimento

7. Seja sempre educado e não ache que todo mundo tem que ser simpático ou que goste da presença do seu amiguinho, afinal, ele ainda é minoria ali.
Tapas para todos os gostos:
endereços que servem petiscos espanhóis
 
Nos estabelecimentos abaixo, pinchos, montaditos e tortillas destacam-se no cardápio
 
Casa de Maria Madalena: do lado de fora, uma área rodeada de verde e decorada com móveis de segunda mão recebe iluminação de antigos postes de luz. Esse espaço atrai uma turma sem frescura, formada na maioria por jovens artistas e universitários na faixa dos 20 anos. No bem sacado cardápio do chef Fábio Vieira, que estagiou nos restaurantes D.O.M. e Tordesilhas, encontram-se tapas feitas com ingredientes brasileiros a preços camaradas. Da divisão de petiscos ao estilo espanhol montados sobre fatias de pão, duas pedidas agradaram: a de queijo manchego mais cebola caramelada e a de tartare de peixe, cogumelo portobello e zátar, ambas em porção individual. Outro acerto, o saboroso pincho de rúcula selvagem, shimeji e queijo manteiga vem envolto na massa de tapioca.
      O chef Fábio Vieira, do Casa de Maria Madalena: inspiração espanhola
O chef Fábio Vieira, do Casa de Maria Madalena: inspiração espanhola
(Foto: Mario Rodrigues)

Donostia: a casa se propõe uma autêntica taberna basca. Como manda a tradição neste tipo de lugar, os pinchos (tiragostos espetados no palito) ficam prontos sobre o balcão. Entre as rotativas opções aparece o de polvo mais batata com páprica picante. Ainda melhores são as sugestões vindas da cozinha. Preparada com bechamel e presunto cru, a croqueta merece repeteco, assim como o pincho de queijo de cabra com cebola caramelizada e redução de vinho malbec. Para bebericar, há boas cervejas da espanhola Estrella Damm, a exemplo da Weiss (de trigo) e da intensa Voll-Damm Doble Malta, esta com 7,2% de álcool.
Clima espanhol: aos cuidados do chef Juantxo Martín, o ambiente do Donostia também é inspirado nos europeus
Clima espanhol: aos cuidados do chef Juantxo Martín, o ambiente do Donostia também é inspirado nos europeus
(Foto: Raul Zito)

Gràcia: trouxe um público jovem e bem arrumado para esta esquina de Pinheiros. O clima de azaração é turbinado por música eletrônica, às sextas e aos sábados, e bandas de pop rock, aos domingos. Sua decoração, inspirada na região espanhola da Catalunha, inclui um grande mapa do metrô de Barcelona. A homenagem prossegue no cardápio, no qual de alinham tapas e 23 versões de sangria. A chamada posta de sol a terrasa mistura vinho rosé frisante, brandy e sucos de laranja e limão, frutas vermelhas e pêssego. Ao lado, funciona o já concorrido Menys, dos mesmos donos.
O salão transado do Gràcia: ponto de encontro de gente jovem e produzida em Pinheiros
O salão transado do Gràcia: ponto de encontro de gente jovem e produzida em Pinheiros
(Foto: Mario Rodrigues)

La Madrileña; o wine-bar faz do apelo caseiro seu chamariz. Tem fachada discreta, poucos lugares e os próprios donos como anfitriões. Para chegar ao espaço mais agradável, é necessário descer uma escada e atravessar um corredor. Descobre-se então, nos fundos, um jardim com seis privilegiadas mesinhas redondas. Restrita a dezenove rótulos, a carta inclui o rosé 9 Cotas 2010 e o tinto Obergo Caramelos Garnacha 2009. Entre as sugestões de tapas figuram a tortilha de batata e cebola e a tosta de presunto espanhol, que vem com um ovo de codorna frito por cima.
Tosta de presunto espanhol e ovo de cordona: no cardápio do La Madrileña
Tosta de presunto espanhol e ovo de cordona: no cardápio do La Madrileña
(Foto: Fernando Moraes)

Menys: vizinho ao Gràcia e dos mesmos donos, o endereço inaugurado em julho de 2012 pode ser considerado uma versão menor e mais exclusivista da casa-mãe. Na porta, uma hostess usa critérios de reserva de mesa para selecionar os clientes. Os recortados ambientes, divididos em dois andares, seguem a linha lounge, com acomodação em sofás e mesas baixas. No piso superior, destaca-se um deque ao ar livre, com vista para o prédio do Instituto Tomie Ohtake. Martínis moderninhos embalam os flertes e bate-papos, a exemplo do bacassis, acertada combinação de vodca, uva thompson e manjericão. Para beliscar, há uma seleção de catorze tapas, como a tenra lula à provençal com um toque de maracujá.
O transado ambiente do Menys: ideal para flertar e bater papo
O transado ambiente do Menys: ideal para flertar e bater papo
(Foto: Raul Zito)

La Tapa!: cantinho hispânico no Tatuapé, tem ambiente concebido na cor vermelha e no qual se veem cartazes de tourada e fotos de pontos turísticos de Madri. Repare também no móbile com xícaras, pires e bules brancos pendurado no teto — uma referência ao surrealismo do cineasta espanhol Luis Buñuel. Petiscos típicos figuram no cardápio, entre eles o pão com tomate e queijo manchego e tortilla de batata, ovo e cebola. Na seção de bebidas, destacam-se quatro tipos de sangria, uma delas feita com a aguardente Busca Vida. Também há chope (Brahma) e rótulos de cerveja da Eisenbahn (SC) e Bamberg (SP).
O salão do La Tapa!: objetos trazidos de Madri decoram o ambiente
O salão do La Tapa!: objetos trazidos de Madri decoram o ambiente
(Foto: Fernando Moraes)

Sancho Bar y Tapas: próximo ao Espaço Itaú de Cinema, trata-se de mais um cantinho espanhol na cidade. Um lance bacana: a casa adota a prática de deixar os pinchos (tapas montadas sobre fatias de pão) já prontos sobre o balcão— algo bem típico dos botecos da Espanha. Escolhe-se ali e paga-se por unidade. Agradam as versões de presunto serrano com ovo de codorna frito e de salmão defumado, cream cheese e um toque de limão. A seção etílica traz o bom chope de trigo Bamberg e 36 rótulos de cerveja. Entre eles, oito da cervejaria Damm, de Barcelona, a exemplo do Voll-Damm, mais encorpado,e do Inedit, uma witbier (de trigo, ao estilo belga). Prove ainda a sangria ou um dos vinhos, caso do rosé Castaño Monastrell 2008.
O ambiente decorado com peças de presunto cru do Sancho Bar y Tapas: bem concorrido
O ambiente decorado com peças de presunto cru do Sancho Bar y Tapas: bem concorrido
(Foto: Cida Souza)

Torero Valese: comandado pelo chef Juliano Valese, o bar-restaurante dispõe de um ambiente tranquilo e à meia-luz para se provarem receitas típicas espanholas, como a paella de frutos do mar. Abra o apetite com as tapas montadas sobre fatia de pão, entre elas a de sobrassada (embutido de carne de porco, pimentão e condimentos) e a de salmão defumado, geleia de framboesa e aspargos. Outra boa pedida é o tenro polvo à galega, temperado por páprica e servido numa panelinha de ferro. Assinada por Helena Mattar, sommelière do restaurante Vito, a nova carta de vinhos da casa reúne 57 rótulos, 33 deles espanhóis. Dois exemplos: o agradável tempranillo Disco 2009, da Bodegas Neo, e o rosé Prado Rey 2010, ambos de Ribera Del Duero.
Vieiras do Torero Valese: receita do chef Juliano Valese
Vieiras do Torero Valese: receita do chef Juliano Valese
(Foto: Divulgação)

Venga!: nascido no Rio de Janeiro, onde mantém unidades no Leblon e em Ipanema, fixou-se por aqui numa esquina da Vila Madalena, vizinha ao Astor e de frente para uma praça. Peças de jamón penduradas e estantes cheias de latas de azeite e conservas dão ares ibéricos ao salão, que vive tomado de gente na faixa dos 30 anos para cima. Como toda casa espanhola que se preze, possui um belo balcão, com 22 lugares. O cardápio reúne tentadoras tapas, entre elas croqueta de jamón, espetinho de aspargo cozido e presunto cru ao vinagrete de jerez e polvo à galega. Prove ainda o delicioso huevo loco. Servido num copo, traz musseline de batata coberta por pedacinhos de chouriço e presunto cru fritos e ovo pochê.
No cardápio do Venga!: bar revelação do ano
No cardápio do Venga!: bar revelação do ano
(Foto: Veja São Paulo)

Veríssimo: de happy hour bem agitada, graças à proximidade dos prédios comerciais da Berrini, a casa atrai pela caprichada decoração em homenagem ao escritor gaúcho Luis Fernando Verissimo. Caricaturas e capas de seus livros ampliadas, entre outras referências, dão vida às paredes. Em julho, a casa renovou significativamente o cardápio, que ganhou uma pegada espanhola. A principal novidade é um balcão de tapas e pinchos (nem todos gostosos, porém), vendidos por unidade. Entre eles, o gaspacho (sopa fria de tomate), o polvo à galega e o ovo empanado servido com lascas de presunto espanhol e de queijo manchego mais aspargos e pão com tomate


Com espetos doces, frios, especiais entre outros a casa em moema já é sucesso.
Se você gosta de um ambiente despojado e de tomar um belo chopp gelado não
pode perder. Renda-se aos espetos do Quintal do Espeto!!!


Onde:
Av. Dos Carinás, 520 - Moema (mapa)
Fones: (11) 5092-5118 | 5049-2321
contato@quintaldoespeto.com.br
Perto da Praça Aprendiz das Letras, Puxadinho da Praça terá shows de novos artistas

Puxadinho da Praça
é novo espaço cultural
na Vila Madalena!!!


Coordenado por quatro sócios que já desenvolviam atividades culturais na Vila Madalena, o Espaço Cultural Puxadinho da Praça tem dois palcos, um brechó e um bar.

Na programação, também há exposições, oficinas de grafite e festas. A ideia é que a casa tenha programação e shows ao vivo todos os dias da semana.

ONDE:
Rua Belmiro Braga, a poucos metros da
Praça Aprendiz das Letras,
e funcionará de segunda a sábado das 11h às 20h.