sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Chanel verão 2013

 
 
Com uma passarela formada por painés de energia solar e um vasto corredor de aerogeradores, a Chanel apresentou seu verão 2013, nesta terça-feira (02.10), em Paris.
Logo no início da apresentação, tudo levava a crer que seria mais uma das que apostaram no preto e branco. Mas logo as cores como pink, azul e verde, começam a aparecer. As jaquetas da Chanel são cropped, praticamente boleros e ganham versões em tweed, jeans, couro e até um modelo mais minimalista.
O tema da coleção aparece nos cataventos boradados nos vestidos trapézio, nas peças bordadas com padronagens parecidas com os panéis solares da passarela e também nos florais e folhagens que ganham um efeito 3d dos looks finais.
Karl mostra seu lado mais bem humorado no chapéu de aba translúcida e também na maxibolsa matelassada com alça de bambolê.

Louis Vuitton verão 2013

 
 
Se durante a semana de moda de NY, Marc Jacobs apresentou as listras, em Paris é o quadriculado que dominou o desfile de verão 2013 da Louis Vuitton. O trabalho do artista Daniel Buren com suas instalações gráficas cheias de ângulos retos serviram como inspiração para a coleção, apresentada nesta quarta-feira (03.10), no museu do Louvre.
O tom é dado pelo anos 60, aparecendo na silhueta dos tops e jaquetas sem gola, das saias lápis e mini de cintura mais baixa e dos casacos, assim como nos penteados e maquiagem à la Twiggy. O amarelo é a cor principal da coleção e em menor escala aparece o verde, marrom, bege e a combinação que é hit na temporada: preto e branco.
As bolsas, sempre tão importantes quanto as roupas, também ganham o print quadriculado, resgatado do padrão Damier, clássico da Vuitton criado há mais de um século e ótima opção para substituir os monogramas.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012



Pense em um lugar planejado para viver uma experiência única: comida extremamente saborosa, pessoas bonitas, música bacana, arquitetura que lembra os lofts nova-iorquinos e atendimento impecável. Pense que além de tudo isto, esta mesma comida leve irá trazer benefícios ao corpo e ao bem-estar, porque além de ser saborosa, é muito saudável e equilibrada. Essa é a descrição mais fiel da rede WRAPS, que oferece pratos preparados com ingredientes cuidadosamente selecionados, nenhum deles contendo frituras ou excesso de gordura. E tudo servido em um ambiente pra lá de aconchegante.



A história

A origem do wrap é a culinária árabe, mas sua popularização deu-se nos Estados Unidos, onde se derivou do tradicional burrito, prato típico mexicano. Mas lá é ofertado em versões muito calóricas e servido em guardanapo, não no prato. Foi então que o empreendedor Marcelo Ferraz, que trabalhava na cidade de Chicago como consultor para redes de restaurantes, resolveu importar essa ideia para o Brasil e adaptá-la para uma versão light e gourmet. A primeira ideia dele foi preparar em casa algumas receitas americanas do wrap, mas em versão com menos gordura. O resultado foi um sanduíche comum, sem apelo suficiente para conquistar o paladar dos consumidores. Foi então que ele percebeu que precisava da ajuda de um chef de cozinha.




Contratou então Carole Crema, que já havia elaborado o cardápio da rede de restaurantes America, era professora e dava consultoria para restaurantes. Com a ajuda dela, ele decidiu investir no que chamou de “wrap gourmet”, sanduíche com ingredientes de qualidade para ser degustado sem pressa no prato, com garfo e faca. No lugar do pão com maionese e salpicão, comum entre os americanos, decidiu utilizar finíssimos pães folha e ingredientes de primeira qualidade, como filé-mignon, peito de frango, shitake, camarão, mix de cogumelos, queijos variados, muitas folhas, vegetais, temperos e molhos. Com isso, os pratos passaram a serem saudáveis, com proteína, carboidrato e gordura combinados de forma balanceada. Porém, antes de inaugurar seu restaurante ele alugou a cozinha de uma escola de culinária e convidou 45 pessoas, entre amigos gourmets e familiares, para três sessões de degustação dos wraps. Assim, chegou aos 15 tipos que foram inicialmente colocados no cardápio.




A primeira unidade do WRAPS abriu suas portas no ano de 2003, localizada no Itaim, bairro da zona sul de São Paulo. O sucesso foi tamanho que, em poucos meses, uma segunda loja seria inaugurada no shopping Villa Lobos, também em São Paulo. Com clima descontraído, inicialmente o restaurante atraía um público mais jovem. Mulheres, principalmente. Nos anos seguintes, o WRAPS encorpou (abriu novas unidades), marcou presença com sua arquitetura inspirada nos lofts nova-iorquinos (toda em preto e vermelho) e ampliou o cardápio com várias opções de saladas, pratos grelhados, sopas (somente no inverno) e os tradicionais smoothies (frutas variadas batidas com iogurte ou sorbet de limão). Em 2005, a rede inventou mais uma novidade: o Wraps Bowl. Inspirados na tendência orientalista da culinária internacional, a rede criou pratos diferentes servidos em modernos bowls: sobre uma base de couscous marroquino ou arroz com granola salgada, são colocadas receitas elaboradas com carne, frango, camarão ou veggie, tudo grelhado com vegetais.




No segundo semestre de 2009, a rede inaugurou sua primeira unidade carioca, iniciando assim, de forma tímida, sua expansão para outro estado. Uma das mais recentes novidades da rede é a inclusão em seu cardápio de 6 receitas de hambúrgueres preparados no bagel (pães macios em formato de anel bastante populares em Nova York, principalmente entre a colônia judaica). A carne usada foi desenvolvida pela Wessel especialmente para o restaurante (mais magra que a tradicional), e vem acompanhada por molhos artesanais, saladinha e porção de batatas bolinha assadas com ervas finas. Outro exemplo de alimentação saudável é seu cardápio infantil, que mostra ser possível agradar ao paladar da garotada sem apelar para as frituras. Acompanha os pedidos uma revista contendo informações sobre alimentação e jogos.



Apesar do sucesso e da consolidação da rede no mercado, no começo desta empreitada, nem tudo foi fácil. Apenas sete dos sabores criados no início do restaurante permanecem no cardápio. Um dos que não agradaram foi o Wrap Thai, que combinava frango com molho de coco adocicado. O mesmo aconteceu com o Wrap de pastrami, um sucesso em Nova York. Outro grande desafio da rede foi implantar no país o conceito do wrap, além do modelo saudável, que nem sempre é sinônimo de comida gostosa.



A evolução visual

A identidade visual da marca passou por pequenas alterações (em relação a coloração) ao longo dos anos.



Dados corporativos

● Origem: Brasil

● Fundação: 2003

● Fundador: Marcelo Ferraz

● Sede mundial: São Paulo, Brasil

● Proprietário da marca: International Meal Company Holdings S.A.

● Capital aberto: Não

● CEO: Francisco Javier Gavilan Martin

● Faturamento: R$ 28 milhões (estimado)

● Lucro: Não divulgado

● Lojas: 8

● Presença global: Não (presente somente no Brasil)

● Funcionários: 210

● Segmento: Restaurantes casuais

● Principais produtos: Wraps, saladas, smoothies e sobremesas

● Concorrentes diretos: Seletti e Salada Creations

● Ícones: Os Wraps

● Slogan: É mais que gostoso, é Wraps.

● Website: www.wraps.com.br

 
A marca no Brasil

Hoje em dia a maior rede de comida saudável do país possui 8 lojas, 7 em São Paulo e 1 no Rio de Janeiro, situadas em shoppings. Em média, cada unidade da rede fatura aproximadamente R$ 2.5 milhões por ano. A rede vende mais de 80.000 wraps por mês.

Você sabia?

● O WRAPS tem um tíquete médio de R$ 40 por cliente e investe no conceito de refeição em restaurante, e não refeição rápida em lanchonete.

● Entre os 18 tipos de wraps do cardápio da rede, o mais vendido é o Mineirinho: leva cubos de filé-mignon, mussarela light, tomate pelado e folhas de rúcula.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

 
 
 
 
 
Lady Fina Café & Bistrô
Dos cadernos dos avós, a apresentadora Laura Wie resgatou receitas para seu café, decorado com estofados floridos. A torta Lady Fina tem creme de leite condensado e suspiro. A Frau Sampaio é recheada de pudim de laranja. Encerre com o chá de maçã, cravo e canela.Tipo de local: Doces

Lady Fina Café & Bistrô

R. Loefgren, 2.481 - Vila Clementino - Sul. Telefone: 2359-2080.
Aceita os cartões Amex, Diners, MasterCard, Visa. Aceita os tíquetes Sodexo Pass, Vale-Refeição. Preço: R$ 3,50.

Tem área para fumantes. Não aceita cheques. Não faz entrega em domicílio. Aceita reservas. Tem ar-condicionado. Tem acesso para deficiente. Tem mesas ao ar livre. Tem conexão wi-fi. Possui cadeirões para bebês. 80 lugares. Estac. (R$ 10 - convênio).

Quando
segunda a sexta: 10h às 19h.
sábado: 11h às 18h.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Campos do Jordão abriga
o hotel mais caro do Brasil
 
Investimento de 41 milhões será inaugurado nesta segunda 01/10/12
 

Essas comparações com o exterior se aplicam ao novo hotel de Campos do Jordão, o Botanique Hotel & Spa, cuja inauguração está prevista para segunda-feira, 1º de outubro. Localizado a meia hora de distância do centro da cidade, ele é fruto de um investimento de 41 milhões de reais. Tem apenas seis quartos e onze bangalôs
 
A vista da região: todos os detalhes foram pensados com exclusividade
A vista da região: todos os detalhes foram pensados com exclusividade
(Foto: Mário Rodrigues)

A título de comparação, a estada no classudo Hotel Fasano Boa Vista, no município de Porto Feliz, a 100 quilômetros da capital, custa a partir de 900 reais, com direito a café da manhã. “Não vendemos hospedagem, vendemos experiências”, diz Fernanda Ralston Semler, uma das proprietárias do Botanique. “Nossa filosofia é baseada no ‘pós-luxo’.” O conceito em questão se refere ao alto preço cobrado hoje em troca de produtos e serviços artesanais e sofisticados.
No caso do novo estabelecimento de Campos do Jordão, isso significa que todas as torneiras jorram água mineral puríssima, que o blend do café foi criado especialmente para o hotel com uma seleção dos melhores grãos nacionais e que todos os aromas — dos ambientes aos xampus e creminhos — foram desenvolvidos igualmente com exclusividade. Os mimos começam antes mesmo do check-in (que, aliás, não existe formalmente).
A proprietária Fernanda Ralston Semler: prioridade a produtos nacionais
 
A proprietária Fernanda Ralston Semler: prioridade a produtos nacionais
(Foto: Mário Rodrigues)

Basta estalar os dedos para que um motorista busque as malas na casa dos hóspedes, em São Paulo, e arrume as roupas no armário. Ao ir embora, também não é preciso se preocupar com a arrumação: a bagagem será novamente transportada pelo funcionário no dia seguinte, com todas as peças lavadas e passadas. Ainda assim cansou da viagem? O spa resolve o problema com tratamentos como flutuação em uma banheira de água salgada enquanto um filme com imagens calminhas da natureza é projetado no teto.
O empreendimento começou a ser rascunhado há oito anos por um grupo que incluía nomes como o empresário Roberto Baumgart, dono dos shoppings Lar Center e Center Norte, e o chef Laurent Suaudeau, que comandaria o restaurante. Muitos palpites e desavenças depois, permaneceram no negócio apenas a família Semler, que detém 70% da participação, e os pesos-pesados estrangeiros David Cole, fundador da AOL, e Gordon Roddick, o milionário da marca The Body Shop.
Um dos bangalôs: diárias custam de R$ 2.500 a 6.000
 
Um dos bangalôs: diárias custam de R$ 2.500 a 6.000
(Foto: Mário Rodrigues)

“O Botanique nasceu de uma paixão pelo nosso país”, diz Ricardo Semler, marido de Fernanda e proprietário do grupo Semco. Nos anos 90, ele ficou famoso com o best-seller Virando a Própria Mesa e se tornou um dos palestrantes empresariais mais requisitados do país. Em 2007, porém, levou ao pé da letra o título de seu livro de maior sucesso: decidiu abandonar tudo, trocando São Paulo por Campos do Jordão.
No mesmo terreno onde ergueu sua casa, abriu espaço para a construção do Botanique. Tudo por lá, dos móveis às obras de arte, incluindo (surpresa!) a carta de vinhos, é de procedência nacional. Para que só entrasse no portfólio do hotel a crème de la crème, os donos contaram com a curadoria de especialistas nos mais diversos campos.
O prato gargouillou da mantiqueira: produtos selecionados a dedo
 
O prato gargouillou da mantiqueira: produtos selecionados a dedo
(Foto: Mário Rodrigues)

Adélia Borges, professora de história do design da Neg, foi a responsável pela escolha dos móveis. O resultado são peças cheias de história assinadas por nomes que vão de Sérgio Rodrigues a Aristeu Pires, Paulo Alves e Porfírio Valadares. A escolha dos 403 títulos da biblioteca ficou a cargo do crítico literário Cassiano Elek Machado, que garimpou raridades em 82 endereços de todo o Brasil. A seleção das obras de arte coube a Ricardo Trevisan, da Casa Triângulo, uma das melhores galerias de São Paulo.
E a pesquisa gastronômica acabou comandada pelo chef Gabriel Broide, ex-sócio do restaurante Dois, na capital. De tempos em tempos, ele faz expedições pela mata da região para coletar produtos exclusivos. Já encontrou frutas vermelhas e espera ansiosamente pelos saborosos cogumelos de pínus, que devem brotar com as chuvas de verão. Sua proposta é privilegiar os ingredientes frescos em receitas contemporâneas, caso do gargouillou da mantiqueira, uma releitura do famoso prato criado pelo francês Michel Bras em seu restaurante em Laguiole, no sul da França, com até cinquenta itens da horta.

Mordomias em série
O perfil e as atrações do hotel
Investimento: 41 milhões de reais
Acomodações: seis quartos e onze bangalôs de até 450 metros quadrados
Diárias: De R$ 2.500,00 a R$ 6.000,00 para o casal, com todas as refeições incluídas
Infraestrutura: quadra de tênis, cinema para duas pessoas com chaiseslongues, spa de 900 metros quadrados
Curiosidades: menu de cervejas artesanais e águas minerais brasileiras, blend de café exclusivo, frigobar com produtos retrôs (de Tubaína a balas Galo Doce)