terça-feira, 27 de maio de 2014

Comida de Rua

Food Park reúne trucks, trailers e barracas de comidinhas no Butantã

Com capacidade para até 25 expositores, o espaço abre diariamente e tem pratos de até 25 reais



Dos mesmos produtores da Feirinha Gastronômica e do Chefs na Rua, o Butantan Food Park, inaugurado nesta terça (20), reúne o mesmo conceito de comida de rua em um único espaço. O antigo estacionamento na Rua Agostinho Cantu, 47, no Butantã, virou palco para trucks, trailers e barracas servirem comidas e bebidas por até 25 reais, e estava bem cheio, com público de 2 000 pessoas.

Com 1 400 metros quadrados e capacidade para até 25 expositores, a novidade organizada como uma praça de alimentação funciona todos os dias com opções rotativas de quitutes. De segunda a quarta, abre às 11h e segue até as 16h. Já de quinta a sábado, o horário se estende até as 22h. No domingo, fecha duas horas mais cedo, às 20h.

Próximo a alguns prédios comerciais, o espaço recebeu muitos funcionários de empresas da região durante a inauguração. As advogadas Ligia Almeida, Natascha Atábile e Katia Ichiba foram almoçar por lá e provaram os sanduíches de pernil e salmão do 13 Truck e as massas do Ateliê das Massas by Grupo Bello Bello. Para as amigas, a única ressalva é contra a falta a de alimentos "saudáveis". "Não para comer lanche todos os dias. Faltam opções mais equilibradas", explicou Natascha.

    Butantan Food Park: mesas espalhadas pelo espaço
Butantan Food Park: mesas espalhadas pelo espaço (Foto: Lucas Lima)



De acordo com a KQI produções, empresa responsável pelo Food Park, novidades devem entrar em cartaz semanalmente e a busca por cardápios mais naturais também faz parte da proposta. Segundo o produtor Maurício Schuartz, o projeto segue o processo de melhorar o bairro do Butantã. "Ao ocuparmos o espaço, também estamos fazendo uma forma de revitalização. O estacionamento era um local degradado e nós passamos a ocupá-lo de maneira gostosa".

Hummmm.... Delicia!!!!!
 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Restaurantes e Cafés
em Museus e Centros Culturais

<p> Café da Pinacoteca proporciona descanso ao ar livre</p>
Café da Pinacoteca: descanso ao ar livre (Foto: Marcelo Andrade)







Quem frequenta o Instituto Tomie Ohtake, em Pinheiros, certamente já se sentiu tentado a provar as delícias que a chef Morena Leite, do restaurante Capim Santo, serve no bufê do espaço gastronômico da instituição. Batizado de Santinho, oferece pratos da culinária brasileira como moqueca e carne-seca, além de saladas feitas com ingredientes inusitados. Para aumentar a tentação, o espaço ganhou uma filial, no Museu da Casa Brasileira, com o mesmo nome.



Na varanda, com vista para o magnífico jardim do museu, o novo Santinho segue o mesmo modelo da casa-mãe: há saladas como a de banana, o tabule de quinoa, o vinagrete de abacaxi. Depois, encontra-se uma seleção de grãos que inclui arroz integral, cuscuz marroquino, risoto e uma variedade de feijões e grão-de-bico. Na estação seguinte do aparador, ficam bifinhos de filé-mignon, frango na mostarda e um dos únicos itens fixos, a carne-seca na abóbora. Os doces são cobrados à parte. Nos fins de semana, com a sobremesa, o preço sobe. Seja lá qual for o dia, é imprescindível provar o saboroso brigadeiro de capim santo, uma das especialidades de Morena. Também há pratos e lanches à la carte, com preços variados..





No centro, o Teatro Municipal e a Sala São Paulo surgem como boas opções para quem trabalha na região. No Municipal, além de café da manhã (das 9h às 15h), as refeições são servidas em ambiente glamoroso, com mobiliário dos irmãos Campana. Próximo à Avenida Paulista, o Sal Gastronomia, na Galeria Vermelho, apresenta a culinária requintada do chef Henrique Fogaça.
Nossa seleção traz sugestões para um almoço diferente de segunda a sexta, que pode incluir uma visita rápida às exposições, por exemplo, ou um passeio completo no fim de semana.


Centro Cultural Banco do Brasil: no coração histórico da cidade, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) ocupa uma edificação de 1901 com 4.183 metros quadrados e cinco andares. Cinema, teatro, auditório e loja preenchem a arquitetura neoclássica, assim como grandes exposições. Uma dica: agende uma visita monitorada ao prédio para conhecer detalhes da construção. Se a ideia é fazer o tour sozinho, comece pelo último andar e vá descendo. Termine o passeio na Cafeteria Cafezal, no piso térreo. O expresso Fazenda Pessegueiro custa R$ 3,50.

Fundação Maria Luisa e Oscar Americano: o museu funciona dentro da casa que pertenceu ao casal Americano. Além do acervo, reúne uma concorrida casa de chás. Mais do que as infusões em si, os visitantes buscam quitutes como a torta de palmito acompanhada de salada (R$ 25,00) e uma fatia de bolo do dia (R$ 8,50). Há serviço completo com salgadinhos, sanduíches, pães e sucos, entre outros itens (R$ 55,00 por pessoa). Aos sábados e domingos, passou a servir um brunch (R$ 65,00).

Fundação Maria Luisa e Oscar Americano: serviço em bules de prata e xícaras de porcelana
Fundação Maria Luisa e Oscar Americano: serviço em bules de
prata e xícaras de porcelana (Foto: Cintia Moraes)



Galeria Vermelho: o centro cultural converge para um pátio onde funciona também o badalado Sal Gastronomia, do chef Henrique Fogaça. No cardápio, aparecem opções como o siri-mole inteiro assado (R$ 32,00), sugerido de entrada. Também tem papel de aperitivo a costelinha de porco assada na companhia com pimenta de maracujá (R$ 25,00). A seleção de pratos principais inclui uma opção vegetariana: o espaguete de quinoa misturado a abobrinha, berinjela, cogumelo shimeji, tomate e parmesão (R$ 39,00).

Cartel 011: atrás deste espaço multifuncional, que agrega loja e galeria de arte, o Feed Food ocupa um quintal repleto de árvores. As receitas são do casal de chefs Adriana Cymes e Victor Vasconcellos, entre elas, o entrecôte com gâteau de legumes. Empolgam mais entradas como a coxinha de mandioquinha.

        Feed Food: coxinhas moldadas em massa de mandioquinha
Feed Food: coxinhas moldadas em massa de mandioquinha
(Foto: Divulgação)


Itaú Cultural: pode ser boa sugestão para começar ou terminar um passeio pela Avenida Paulista e região. Depois de visitar as montagens e exposições, é possível fazer uma pausa no misto de café e restaurante PanAroma. Lá, são servidas opções de saladas, pratos principais e sobremesas, além de bebidas quentes e salgados.

MAM: foi fundado em 1948 pelo empresário Ciccillo Matarazzo e transferido em 1968 para o prédio que ocupa hoje, também no Parque do Ibirapuera. Seu acervo conta com mais de 5.000 obras entre pinturas, esculturas, desenhos, vídeos e instalações. Possui também uma agradável área ao ar livre de 6.000 metros quadrados. Está ali o restaurante Prêt no MAM, cujas receitas dispotas em bufê surpreendem pela variedade e pela qualidade. Num dia, é possível encontrar o badejo caramelado com macadâmia; noutro, o envelope de filé-mignon recheado de queijo brie ao molho de vinho do Porto (R$ ). Custa R$ 49,00 por pessoa em dias de semana e R$ 56,00 aos sábados e domingos.


M Café: dentro da livraria Martins Fontes da Avenida Paulista
M Café: dentro da livraria Martins Fontes da Avenida Paulista
(Foto: Nelson Kon)


Martins Fontes: a unidade da Avenida Paulista desta rede de livrarias é a única morada do MF Café. Lá são servidos bolo de maçã ao vinho do Porto (R$ 7,00), pão de queijo (R$ 2,50) e quiche de alho-poró (R$ 6,50), entre outros doces e salgados, para acompanhar o expresso Astro (R$ 4,00).

MASP: auando a arquiteta Lina Bo Bardi projetou o prédio do Masp, que desde 1968 descansa sobre a Avenida Paulista, o maior cartão-postal da cidade, sonhava com crianças brincando em seu vão de 74 metros de altura. Assim, não deixe de aproveitar o espaço antes de entrar, seja na feira de antiguidades aos domingos, seja simplesmente para observar a hoje não tão aberta vista para o centro. No subsolo estão a lojinha do Masp, com livros e catálogos e o restaurante Uni, que serve um farto almoço em bufê todos os dias da semana (R$ 35,00, de seg. a sáb., e R$ 42,00, dom. e feriados).

MIS: o Museu da Imagem e do Som, na Avenida Europa, esconde o badalado Chez Mis, dos mesmos donos do Chez Lorena, do Chez Burger e do Bar Secreto. A cozinha é comandada por Leo Botto e, desde a inauguração, em março de 2012, tornou-se um dos lugares mais agitados da cidade, o novo ponto para ver e ser visto. O chef repete alguns sucessos antigos, caso do nhoque rústico recheado de mussarela ao creme de parmesão e finalizado por farofa de pão (R$ 36,00). Uma das novidades é o entrecôte ao molho béarnaise (R$ 66,00).


Chez Mis: salão concorrido e públicos diferentes no almoço e no jantar
Chez Mis: salão concorrido e públicos diferentes no almoço e no jantar
(Foto: Fernando Moraes)


Museu da Casa Brasileira: ocupa um casarão antigo em plena Avenida Faria Lima. Antes ou depois de visitar o acervo, faça uma parada no restaurante Santinho. embora a casa-mãe, no Instituto Tomie Ohtake, tenha um serviço mais afinado, não há como competir com o cenário desta filial. A nova unidade ocupa a varanda com vista para o magnífico jardim e segue a fórmula de caprichados bufês da matriz. Há saladas como a de banana, o tabule de quinoa, o vinagrete de abacaxi...Depois, encontra-se uma seleção de grãos que inclui arroz integral, cuscuz marroquino ao pesto de salsinha e um risoto do dia, além de uma variedade de feijões e grão-de-bico. Na estação seguinte do aparador, ficam bifinhos de filé-mignon, frango na mostarda e um dos únicos itens fixos, a carne-seca na abóbora. Os doces são cobrados à parte. Nos fins de semana, com a sobremesa, o preço sobe.

Pinacoteca do Estado: se estiver de olho no relógio, restrinja o passeio ao 2º andar do museu. O espaço guarda a mostra do acervo Arte no Brasil — uma História na Pinacoteca de São Paulo. Composta de cerca 500 peças da coleção de 9.000 obras, não há melhor exposição para conhecer a história da arte brasileira do século XIX e início do XX. Se o tempo não for um problema, porém, tome um lanche noFlor Café, com vista para o Jardim da Luz.

        Bufê do novo Santinho, no Museu da Casa Brasileira
Bufê do novo Santinho, no Museu da Casa Brasileira
(Foto: Rodrigo Zorzi)


Sala São Paulo: o mais importante espaço de concertos da cidade tem acústica impecável e fica num imponente prédio, integrado à estação ferroviária Júlio Prestes, no centro. Não à toa, é a sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. O Restaurante da Sala abre para o jantar antes dos concertos da Cultura Artística e da Osesp, a partir das 19h, e depois da apresentação funciona até a 1h.


        Café do Theatro Municipal: serce o nhoque de mandioquinha com hambúrguer à la carte
Café do Theatro Municipal: serce o nhoque de mandioquinha com hambúrguer à la carte (Foto: Tadeu Brunelli)


Teatro Municipal: inaugurado em 1911, o local colocou São Paulo no roteiro internacional dos grandes espetáculos. Depois de quase três anos fechado para restauração, abriu em 2011 com palco remodelado, poltronas renovadas e um restaurante decorado pelos irmãos Campana. Foi aí que surgiu o Café do Theatro Municipal, com cozinha supervisionada por Sandra Valéria Silva, do Bistro da Sara. O restaurante oferecia apenas boas refeições em bufê (R$ 40,00 por pessoa), reunindo pratos como varenique de batata ao ragu de ossobuco e paella. Recentemente, passou a servir três pratos à la carte.

Instituto Tomie Ohtake: inaugurado em 2001, ocupa um prédio roxo e vermelho de traços futuristas em Pinheiros. Projetado por Ruy Ohtake, filho da artista que dá nome ao lugar, o edifício foi inicialmente pensado para abrigar somente as obras de Tomie, além de um complexo de escritórios. Com o tempo, passou a se empenhar na revelação de jovens artistas, dando espaço, em suas sete salas expositivas, a nomes da nova geração — o mais recente deles foi o da pintora Ana Prata. Não deixe de aproveitar o Santinho, restaurante de cozinha rápida da chef Morena Leite, que funciona ali. Nunca falta a carne-seca desfiada na abóbora entre as sugestões do dia que compõem o bufê (R$ 43,00, ter. a qui.; R$ 47,00, sex.; R$ 63,00, sáb.; e R$ 69,00, dom.). Nos fins de semana, dá direito a sobremesa.



sexta-feira, 9 de maio de 2014

CAMINHO DO OURO!!!

ENCANTADOR!!!

Para quem busca belíssimas paisagens e muita aventura, a região do ouro de Minas Gerais é perfeita!

Com clima agradável das montanhas e a típica comida mineira, e surpresas como bistrôs atraem turistas de todas as idades se sentem em casa, embalados pelo acolhimento de seus habitantes nos mais diferentes hotéis e pousadas que, na maioria, possuem arquitetura colonial, típicas do século passado. 
Os visitantes têm a história do Brasil Colônia na frente dos olhos, em caminhos percorridos por Tiradentes e os Inconfidentes, além dos misteriosos Profetas e a arte barroca de Aleijadinho, que decoram boa parte das Igrejas em Ouro Preto.
Portal de entrada para a Estrada Real, a cidade de Ouro Preto recebe aventureiros de todos os cantos do país. Dali é possível fazer uma caminhada ou pedalar até a cidade de Parati, no litoral fluminense. 

O caminho sinalizado e bem orientado é um irrecusável convite e as belas pousadas ao longo do caminho têm toda a estrutura para receber os aventureiros. Dependendo do percurso escolhido, o passeio pode durar até 15 dias.


Mas se você procura algo mais curto; 
A região tem muito a oferecer. Pelas montanhas, diversas trilhas para caminhadas curtas ou passeios de bicicleta com toda a família. Na vizinha Mariana, a estação de trem no centro da cidade leva os visitantes para um incrível passeio em meio aos atrativos naturais da região.


Para os amantes do off-road, o percurso entre as cidades de Lavras Novas e Ouro Preto reservam muitos desafios. Além da trilha em estradas de terra, cachoeiras pelo caminho para um banho refrescante com a família.


A cidade de Lavras Novas possui belas pousadas e deliciosos restaurantes. No caminho para o destino, em uma estrada estreita, o visitante se depara com uma pedra perfeitamente equilibrada sobre um pequeno apoio. O visitante pode conferir também a Cachoeira dos Namorados, Cachoeira Três Pingos e Represa do Custódio. Mas em todos é recomendável ir com um guia local.



 







 


Quer saber mais? 
Acesse:

sábado, 5 de abril de 2014

Ovos de Páscoa recheados

para comer de colher

As cascas de chocolate repletas de brigadeiro e sorvete estão entre os itens que mais fazem sucesso nas docerias da capital

Imagine encontrar uma camada caprichada de trufa ou musse dentro de um ovo de Páscoa? Para a alegria dos chocólatras, esses doces recheados, para comer com a ajuda de uma colher, tornaram-se mania na cidade.
Pelo quarto ano seguido, a Brigadeiros by Cousin's, em Perdizes, oferece uma casca de chocolate belga preenchida por cremes de brigadeiros tradicional, branco e de morango e decorada por pérolas comestíveis (190 reais; 400 gramas). Embora o preço esteja longe de ser doce, a guloseima conquistou uma cartela fiel de clientes. "Vendemos cerca de 1 000 unidades", estima o sócio Edoardo Jana.

Outras lojas bacanas também apostam em receitas já consagradas para faturar nesta Páscoa. É o caso da Folie, em Pinheiros, que volta a preparar sob encomenda ovos de chocolate repletos de sorvete no interior (115 reais; 1,2 kg), e da Le Jardin Secret, cujas vitrines da Vila Madalena e do Shopping Iguatemi exibem cascas de chocolate com muuuito doce de leite ou creme de avelã coroadas por flores cristalizadas (59 reais; 500 gramas).
Para não ficar de fora dessa onda, a Maria Brigadeiro, em Pinheiros, criou um ovo de chocolate 45% cacau lambuzado com brigadeiro tradicional ou com um mix das versões ao leite e branca (65 reais; 200 gramas). Já a Cheesecakeria, em Moema, preenche as cascas com massa de cheesecake e uma calda a escolha do cliente (35 reais; 180 gramas).
Confiraabaixo oito endereços que preparam ovos de colher:
                Chocolat du Jour: inspirado no ovo quente
Chocolat du Jour: inspirado no ovo quente (Foto: Divulgação)


Amor aos Pedaços: o ovo coqueluche brasileira bicho de pé (300 gramas) para comer de colher é recheado com o doce e decorado com chocolate colorido rosa e açúcar cristal. Já o de cocadinha (300 gramas) tem recheio de cocada e decoração com coco queimado açucarado e fios de chocolate ao leite. (69 reais cada). A dupla minicoqueluches brasileiras (23 reais com 80 gramas) leva uma metade com bicho de pé e a outra com pururuca, um crocante de malte com wafer.
Brigadeiro Co: faz cascas com chocolate ao leite ou meio amargo recheadas de brigadeiro diet (180 reais; 250 gramas). Uma colher acompanha.
Brigadeiro Bistrô: as guloseimas de recheio molinho podem ser de brigadeiro ao leite, pistache, morango ou mesclado. Custam 66 reais, na caixa com 525 gramas, e 20 reais, na versão pequena (105 gramas).
    Brigadeiro Bistrô: recheado de brigadeiro ao leite, pistache, morango ou mesclado (R$ 66,00)
Brigadeiro Bistrô: recheado de brigadeiro ao leite, pistache, morango ou mesclado (R$ 66,00) (Foto: Divulgação)


Brigadeiros by Cousin’s: o ovo marie antoinette leva cremes de brigadeiro de chocolate suíço, branco, morango na casca de chocolate belga (190 reais; 400 gramas). Decoram a pedida pérolas comestíves.
Cheesecakeria: a casca de chocolate é recheada de massa de cheesecake e uma calda a escolha do cliente (35 reais; 180 gramas). São exemplos frutas vermelhas, doce de leite, Nutella e goiabada. As guloseimas estarão disponíveis na loja a partir do dia 15 de abril, mas já é possível fazer encomendas.
                Le Jardin Secret: polvilhado com rosas e violetas cristalizadas
Le Jardin Secret: polvilhado com rosas e violetas cristalizadas
(Foto:  Divulgação)


Chocolat du Jour: o conjunto de seis ovinhos de chocolate recheados de brigadeiro ao leite (145 reais)ou meio amargo (148 reais) é inspirado no clássico ovo quente, em que a clara fica firme a gema molinha.Uma tesourinha especial para cortar as cascas acompanha.
Dona Deôla:são três novos sabores: cocada cremosa, torta holandesa e meio amargo. Todos para comer de colher. As receitas tradicionais também continuam à venda, entre elas brownie, bem casado e crocante de amêndoas. O preço do quilo é de 65,70 reais. Em média, cada ovo pesa 900 gramas, mas também são encontrados em tamanhos menores por 11,70 reais com 120 gramas.
La Vie en Douce: a chef Carole Crema prepara diversos ovos para comer de colher (59,90 reais; 370 gramas), entre eles, o de Nutella coberto por farofa de avelã e o de brigadeiro amargo polvilhado com pistache.
Le Vin Bistrô: ovo com recheio de musse de maracujá, chocolate branco e ganache de chocolate ao leite (R$ 190,00 o quilo)
Le Vin Bistrô: ovo com recheio de musse de maracujá, chocolate branco e ganache de chocolate ao leite (R$ 190,00 o quilo) (Foto: Rafael Wainberg)


Le Vin Boulangerie:somente por encomenda e pagamento antecipado de 50% do valor, dois ovos para comer de colher estão entre os quitutes exclusivos para a data. O rocher tem casquinha crocante de chocolate meio amargo, recheio de musse de chocolate ao leite e caramelo e é finalizado uma casca de chocolate meio amargo. A segunda opção é recheada com musse de maracujá, chocolate branco e ganache de chocolate ao leite. O preço do quilo é de 190 reais.
Le Jardin Secret: feminina, a graciosa doceria da Vila Madalena, com filial no Shopping Iguatemi, tem como marca as flores cristalizadas importadas da França. Esse ingrediente inusitado aparece também no ovo de chocolate ao leite recheado de creme de avelã com rosas e doce de leite mais violetas (59 reais; 500 gramas).
Maria Brigadeiro:a meia casca de ovo feita com chocolate ao leite especial (45% cacau) tem recheio de brigadeiro gourmet nas versões tradicional e chocolate ao leite com chocolate branco. Na loja, o doce sai por 65 reais com 200 gramas.

Dona Deôla: ovo recheado com brigadeiro (R$ 65,70 o quilo)
Dona Deôla: ovo recheado com brigadeiro (R$ 65,70 o quilo) (Foto: Peu Reis)
 
Madame Brigadeiro: oferece duas opções de ovo de Páscoa para comer de colher (99 reais; 500 gramas): casca de chocolate meio amargo com brigadeiro de limão-siciliano e farofa de pistache ou chocolate ao leite com brigadeiro ao leite da marca Lindt mais raspas de chocolate belga douradas.
Villa Grano: este ano, os ovos de colher ganharam novas versões: coco com amêndoas, trufa de laranja, trufa de caipirinha e trufa de açaí com granola. Os clássicos também continuam na lista. São sabores como bem casado, bicho de pé, brigadeiro e limão. A unidade pesa 250 gramas e custa 32 reais. É possível escolher entre chocolate branco ou ao leite.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

domingo, 17 de novembro de 2013

VANTAGENS DE ALUGAR
UMA ESTAÇÃO
DE TRABALHO!!!
 
 
Você já ouviu falar de estação de trabalho?

Começar uma empresa, empreender, ter um escritório em outra cidade, um lugar adequado para fazer reuniões semanais. Tudo isso requer muitos gastos com aluguel, telefonia, contas de água, luz, internet, móveis e afins. Principalmente quando consideramos que, no começo, sempre precisamos minimizar custos.
Estação de trabalho - Groupon
Escritório compartilhado da B4i
Mas… E se desse para dividir as contas com outras pessoas que tem a mesma necessidade?
Foi pensando nisso que as estações de trabalho, ou escritórios compartilhados, começaram a surgir.
Com as estações de trabalho, você pode alugar, por períodos flexíveis, uma sala totalmente equipada e do jeito que você precisa, com mesas, cadeiras, telefone, internet, apoio com recepção e administrativo, segurança, limpeza, sala de reunião compartilhada etc.
Estação de Trabalho - Groupon
Sala compartilhada na B4i
Ou seja, acontece um processo sinérgico, em que você, junto com outras pessoas que buscam as mesmas soluções, dividem um espaço, os custos para mantê-lo e os serviços necessários para que uma empresa funcione. Tudo isso em um lugar bem localizado, valorizado esteticamente, onde você pode receber seus clientes sem preocupação.
Salas privativas em escritórios compartilhados
Estação de trabalho - Groupon
Sala privativa da B4i
Mas se você não se sente à vontade compartilhando o mesmo ambiente com outras empresas, também há a opção de escolher uma sala privada, e ainda assim, dividir todos os outros custos e serviços. É perfeito!
Estação de trabalho - Groupon
Lounge em escritório compartilhado na B4i
Há espaços que ainda contam com lounge e copa, deixando o ambiente mais leve e gostoso de trabalhar. Afinal, um escritório nada mais é do que um encontro de grupos de pessoas talentosas, que trabalham independente de outros, e que indiretamente acabam trocando experiências.

E ai? Gostaram????